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Serra e Cia / RJ
Desde: 25/08/2004      Publicadas: 906      Atualização: 01/07/2006

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 CACHOEIRAS DE MACACU
  07/09/2004
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A Bacia Hidrográfica do rio Macacu
A bacia do Guapi/Macacu possui uma área de drenagem de cerca de 1640 km² e uma população estimada em 106.341 mil habitantes (JICA, 1994). É limitada ao norte e noroeste pela serra dos Órgãos, à nordeste pela serra de Macaé de Cima, à leste pelas serras da Botija e de Monte Azul e ao sul pelas serras do Sambê e dos Garcias.

O município de Cachoeira de Macacu tem 90% de sua área nesta bacia, Guapimirim tem aproximadamente 95% e Itaboraí, 12%.
A Bacia Hidrográfica do rio MacacuO rio Macacu nasce na serra dos Órgãos, a cerca de 1700m de altitude, no município de Cachoeiras de Macacu, e percorre aproximadamente 74 km até a sua junção com o Guapimirim. Os principais afluentes são os rios São Joaquim, Bela Vista, Bengala, Soarinho, das Pedras, Pontilhão e Alto Jacu, pela margem esquerda, e os rios Duas Barras, Cassiano e Guapiaçu, seu maior afluente pela margem direita.

A partir da confluência do Guapiaçu com o Macacu inicia-se o Canal de Imunana, construído pelo extinto Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS) com o objetivo de drenar as áreas adjacentes freqüentemente inundadas. Com a construção do canal o curso natural do Macacu foi desviado e ele se uniu ao Guapimirim. Sua área de drenagem, por essa razão, foi enormemente aumentada e o rio Guapimirim, após receber as águas do Macacu/Guapiaçu passou a ser chamado de Guapi até a sua foz na Baía de Guanabara. O rio Caceribu, que também era afluente do Macacu pela margem esquerda, ganhou, a partir das obras do DNOS, desembocadura independente, ocupando o antigo baixo leito e a foz do Macacu na Baía de Guanabara.

A Bacia do Guapi/Macacu é responsável pelo abastecimento de cerca de 2,5 milhões habitantes dos municípios de Cachoeiras de Macacu, Guapimirm, Itaboraí, São Gonçalo e Niterói, além de ser utilizada para irrigação e piscicultura.

O uso do solo é predominantemente rural, com áreas de vegetação natural, agricultura e de pastagens.

A história da ocupação de área da bacia do rio Macacu remonta do início da colonização do Brasil. A sesmaria de Macacu, estabelecida em 1571, teve seu primeiro povoado denominado Santo Antônio de Sá. Em 1923, este povoado recebeu o nome de Cachoeira de Macacu.

No caso do município de Magé, sua origem data de 1567, com a instalação do povoado de Magé, próximo a foz do rio Magé. O município de Guapimirim foi criado a partir do desmembramento de Magé (criação em 21/12/1990 e instalação em 01/01/93).

A ocupação do recôncavo da baía deu-se a partir da plantação da cana-de-açúcar nas terras baixas e de colinas (séculos XVI a XVIII).

Os rios nas áreas de baixadas exerceram importante papel na penetração e colonização da região. "Ao longo de suas margens é que se foram alinhando engenhos e fazendas e por eles é que descia para o Rio de Janeiro a produção" (Lamego, 1948).

O rio Macacu era navegável até Porto das Caixas (atualmente Bacia do Rio Caceribu) onde era realizado o embarque da produção de Itaboraí.

Quanto ao relevo, encontram-se na bacia do rio Macacu, de montante para jusante, as escarpas e reversos da serra do Mar seguidas de colinas e maciços costeiros, uma pequena área de tabuleiros costeiros e, finalmente, grandes áreas de planícies costeiras e modelados de acumulação fluvial.

As altitudes máximas são encontradas junto às nascentes dos rios e são na ordem de 1700m, no rio Macacu, 1200m no rio Guapiaçu e 2000m no rio Guapimirim.

Observa-se na área da bacia o bioma Mata Atlântica e os ecossistemas campos de altitude, manguezais, brejos, rios e estuários. Na bacia do Guapi/Macacu, no município de Guapimirim, localizam-se parcialmente, sob a tutela federal, as seguintes Unidades de Conservação: Parque Nacional da Serra dos Órgãos, Área de Proteção Ambiental de Petrópolis e Área de Proteção Ambiental de Guapi-Mirim, localizada na foz do Guapi e de outros rios do leste da Guanabara. Esta foi criada pelo Decreto Presidencial nº 90.225 de 25 de setembro de 1984, para proteger os manguezais remanescentes no litoral da Baía de Guanabara

Com uma área de 138,25km², a APA de Guapi-Mirim é administrada por um Conselho Gestor. Este Conselho é presidido pelo Chefe da APA e tem a participação dos principais interessados na área: as prefeituras de Guapimirim, Magé, Itaboraí e São Gonçalo, os caranguejeiros, os pescadores, os pesquisadores e também os empresários.

Sob a tutela estadual, encontram-se nos territórios da bacia do Guapi/Macacu a Área de Proteção Ambiental do Jacarandá no município de Cachoeiras de Macacu, e a Estação Ecológica do Paraíso, com metade da área no município de Guapimirim Seu patrimônio inclui o Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, que tem como finalidade principal pesquisar a vida de primatas neotropicais e reintroduzi-los em seu habitat natural.

Algumas empresas instaladas na região são responsáveis por atividades potencialmente poluidoras na área da bacia do Guapi/Macacu. A CIBRAPEL-Papel e Embalagens, a CCPL - Macacu e a Klabin Fábrica de Papel e Celulose S/A estão na lista da FEEMA das 155 indústrias prioritárias para controle em toda a Baía de Guanabara.

Os resíduos sólidos urbanos coletados na bacia são dispostos nos vazadouros de Bonfim, em Guapimirim (cerca de 20 toneladas/dia) e em Japuíba, no município de Cachoeiras de Macacu (cerca de 80 toneladas/dia).

Os interessados nos rios Guapi/Macacu, Caceribu e Guaxindiba/Alcântara, que deságuam na APA de Guapi-Mirim estão se articulando e já formaram uma Comissão Pró-Comitê das Bacias do Leste da Guanabara. Em breve será buscada a sua aprovação junto ao Conselho Estadual de Recursos Hídricos.

Qualidade das águas da bacia do Guapi/Macacu

Os rios da bacia são considerados, segundo a Resolução CONAMA no 020 de 18/06/86, que classifica as águas doces, salobras e salinas, como de Classe 2 , cujas águas são destinadas:

a) ao abastecimento doméstico após tratamento convencional;

b) à proteção das comunidades aquáticas;

c) à recreação de contato primário (natação, esqui aquático e mergulho);

d) à irrigação de hortaliças e plantas frutíferas;

e) à criação natural e/ou intensiva (aqüicultura) de espécies destinadas à alimentação.

As nascentes de qualquer rio são especialmente protegidas e estão enquadradas na Classe I, cujas águas são destinadas ao abastecimento doméstico com simples desinfecção e à preservação do equilíbrio natural das comunidades aquáticas.

A FEEMA faz o controle da qualidade das águas dos rios da bacia nos pontos de amostragem Guapi (GP-600 e GP-601), Macacu (MC-967) e Soberbo (SB-998) e os resultados das análises são divulgados periodicamente.

Onde obter mais informações sobre os rios Guapi/Macacu:

Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura de Guapimirim
Rua Eduardo Garcia, 76
Centro - Guapimirim - RJ
Cep: 25.940-000
Tel.: 2632-2412 ramal 252
Fax: 2632-2133 / 2632-2605
E-mail: smma@guapimirim.rj.gov.br

Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Cachoeiras de Macacu
Rua Plínio Casado, 180
Centro - Cachoeira de Macacu - RJ
Cep: 28.680-000
Tel/Fax: (021) 2649-6393

Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Itaboraí
Avenida 22 de Maio, 7557
Venda das Pedras - Itaboraí - RJ
Tel.: 21 2635-7463 / 2635-1010- Ramal 238
Fax: 2635-7912 ou 2635-3000
E-mail: Fma@nitnet.com.br

IBAMA - Sede da APA de Guapi-Mirim
BR - 493 - Km 12,8
Guapimirim - RJ
Cep: 25.940-000
Tel: (21) 2747-7160

Parque Nacional da Serra dos Órgãos
Av. Rotariana, s/nº
Alto Teresópolis - RJ
Cep:25.960-602
Tel: (021) 2642-1575 / 2642-2374
e-mail: parnaso1@terra.com.br



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